quinta-feira, 30 de abril de 2009

O berlinde


O berlinde


Cada criança colocará 2,3 berlindes no centro de um círculo desenhado no chão, com cerca de trinta centímetros. Individualmente, cada criança, a partir de um local estipulado como partida, lança o seu berlinde, dobrando o seu dedo indicador e impulsionando-o com a unha do polegar. Se a criança conseguir atirar para fora do círculo alguns berlindes, automaticamente ficará com eles. Sempre que tal aconteça a criança joga novamente, caso contrário, passa a vez para a criança seguinte


Variante
Faz-se um buraco na terra, tamanho de um berlinde, dominada a Buraca.
Para que as crianças saibam quem inicia o jogo, cada uma, lança o seu berlinde, de um local previamente estipulado, tentando colocá-lo mais próximo possível da Buraca. Quem se aproximar mais é o primeiro a jogar. Essa criança deve lançar o seu berlinde do local onde se encontra para que embata num do adversário, com a finalidade de colocar todos os berlindes em jogo, na Buraca.

Se a criança conseguir tocar num berlinde, a jogar, até três vezes, no máximo. Quando uma criança coloca, apenas com um lançamento um berlinde de outra criança na Buraca, ganha esse berlinde. Se num lançamento o berlinde da próxima criança cair ao buraco, ela perde-o.



http://www.prof2000.pt/users/cfpoa/jogosinfantis/berlindes.htm

Bisca


Bisca (ou menos conhecido como bíscola) é um jogo de cartas que utiliza-se do baralho espanhol (de 40 cartas), cujo principal objectivo é acumular mais pontos que o adversário, baseando-se nas cartas que são pescadas e descartadas. O número de participantes pode variar de 2 até 4 jogadores. Para 4 jogadores deve-se jogar em duplas.
Após embaralhar e cortar, é retirada uma carta do baralho, cujo naipe determinará o “trunfo” (ou bisca). Trunfo é o naipe que vai predominar sobre os outros naipes, quando as cartas descartadas forem recolhidas.
Durante o jogo, a carta “trunfo” fica em baixo do baralho, mas de maneira visível. Essa carta pode ser trocada pelo “7″, do mesmo naipe, se for de maior valor (em algumas regiões, diz-se que o “7″ pode ser trocado pelo “2″ de mesmo naipe).
O jogador que cortou o baralho começa descartando uma carta, das 3 que recebe no início do jogo. Em seguida o adversário descarta uma de suas cartas, que vai determinar se ele pega ou entrega as cartas da mesa, baseando-se nos seguintes critérios:
Se as cartas são do mesmo naipe, a carta de maior valor (ou maior numero para cartas sem valor de contagem) vence, e o quem a jogou leva as cartas da mesa.
Se as cartas são de naipes diferentes e não há um “trunfo” entre elas, quem jogou a primeira carta leva as cartas da mesa.
Se as cartas são de naipes diferentes e há um “trunfo” entre elas, quem jogou o trunfo leva as cartas da mesa.
Se as todas as cartas são trunfos, a decisão é como o primeiro critério.
Após serem recolhidas as cartas (cada jogador tem 2 cartas na mão, nesse momento), os jogadores pegam uma nova carta no baralho (primeiro o jogador que levou as cartas da mesa) e isso se repete até que se terminem as cartas do baralho.
O valor de cada carta é definido assim:
Ases: 11 pontos cada
Todos os “5″: 10 pontos cada (ver nota)
Todos os “12″ ou reis: 4 pontos cada
Todos os “11″ ou cavalos: 3 pontos cada
Todos os “10″ ou valetes: 2 pontos cada
Demais cartas: não têm valor de contagem
Nota: Em algumas regiões, os “3″ tem valor 10 ao invés dos “5″, sem explicação aparente.
Ao final do jogo, contam-se os pontos somando-se as cartas obtidas. Como a pontuação máxima é 120 pontos, um jogador que acumular 60 ou mais pontos antes do jogo terminar já é o vencedor.
A bisca pode ser jogada em duplas, onde cada jogador fica de frente para o seu par. No jogo de duplas, é comum que cada jogador mostre suas cartas ao parceiro na última rodada.


Site: http://jogosdecartas.hut.com.br/bisca/

Cozido de Repolho à Algarvia - Algarve

Cozido de Repolho à Algarvia


Ingredientes:

Para 4 pessoas


600 grs de repolho ;
320 grs de feijão vermelho ou de manteiga ;
150 grs de morcela (chouriço de sangue) ;
150 grs de chouriço vermelho ;
150 grs de toucinho entremeado ;
400 grs de entrecosto ;
150 grs de batata doce ;
150 grs de batatas ;
300 grs de pão ;
1 quarto de ramo hortelã ;
sal q.b.


Confecção:
Num recipiente ponha o feijão a demolhar em água fria com uma antecedência de 12 horas, em relação à sua utilização.

Depois de demolhado, lave-o e ponha a cozer, num tacho, em água fria, juntamente com os chouriços, o toucinho e o entrecosto inteiros.
Depois de as carnes estarem cozidas rectifique os temperos.
Retire as carnes para uma travessa e deixe o feijão continuar a cozer.
Lave o repolho em água fria e corte grosseiramente. Descasque as batatas, lave-as em água fria e corte em dados grossos.

Junte o repolho e as batatas ao feijão. Quando tudo estiver bem cozido, escorra o caldo da cozedura para um tacho. Corte o pão, de preferência caseiro, em fatias finas e distribua pelos pratos. Coloque um raminho de hortelã em cada prato, sobre o pão.Leve o tacho com o caldo da cozedura ao lume e deixe ferver. Regue o pão com o caldo a ferver.Corte as carnes em pedaços pequenos e sirva com o cozido.

Conselho: O feijão a utilizar deverá ser, de preferência, feijão novo. Aconselha-se o uso de carnes e enchidos do tipo caseiro.



in http://www.gastronomias.com/portugal/

Empadas de Galinha - VILA VIÇOSA



Empadas de Galinha
VILA VIÇOSA

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Ingredientes:
Para o recheio:
1 galinha ;
250 g de toucinho ;
1 chouriço de carne médio (linguiça) ;
1 colher de sopa de banha ;
2 colheres de sopa de azeite ;
1 cebola ;
2 dentes de alho ;
1 ramo de salsa ;
1 ramo de manjerona ;
3 cravinhos ;
10 grãos de pimenta preta ;
1 dl de vinagre ;
1 dl de vinho branco ;
4 dl de água ;
sal
Para a massa:
500 g de farinha ;
2 ovos (para pincelar)

Confecção:
Metem-se numa panela todos os ingredientes citados para o recheio e leva-se ao lume até que a galinha esteja bem cozida e se separe dos ossos. A quantidade de líquido - vinagre, vinho branco e água - depende do tamanho da galinha e do recipiente em que for cozida. A galinha deverá ficar bem coberta pela mistura referida e, sendo necessário aumentar as quantidades indicadas, as proporções deverão ser respeitadas, isto é: para 4 partes de água, 1 de vinagre e 1 de vinho branco.Estando a galinha e as restantes carnes bem cozidas, escorrem-se e cortam-se em bocadinhos. Côa-se o caldo e deixa-se arrefecer.

Peneira-se a farinha para uma tigela grande e trabalha-se à mão com a gordura sobrenadante e um pouco de caldo. Amassa-se até se obter uma pasta macia e de boa consistência para se tender.

Estende-se a massa a massa à mão em bocados com que se forram as características formas de empadas. Dentro de cada forma deitam-se bocadinhos de farinha, um bocadinho de toucinho e um ou dois pedaços de chouriço. Rega-se com uma colher de sopa do caldo de cozer as carnes e tapa-se com uma rodela da mesma massa. Faz-se a massa aderir nos bordos dando-lhe uma espécie de beliscões. Pincelam-se com ovo batido e levam-se a cozer em forno moderadamente quente.
Antigamente estas empadas eram moldadas e cozidas em formas feitas em casa com papel manteigueiro. Hoje, para as cozer, usam-se as características formas em folha para empadas.

deste forno

O canguru


O CANGURU é um animal mamífero que tem uma bolsa para carregar os filhotes.
Defende os seus filhotes com um pulo e um soco e é um mamífero muito ágil e forte.
Os filhotes de canguru bebem o leite da mãe quase o dia inteiro. Quando eles crescem a mãe tem de ensiná-los para se cuidarem sozinhos.
O pai abandona a mãe e os filhotes, mas só existe uma raça de canguru que faz isso, que é o canguru vermelho. A fêmea é conhecida como a Mãe-dos-Cangurus.

Todos os cangurus são marsupiais, além disso existia uma lenda de canguru azul, mas ainda não se provou que é real.

A Austrália é o seu habitat natural (na Oceânia) e o canguru é o animal que simboliza a Austrália. Descendem dos mais antigos mamíferos. Os cangurus podem chegar a uma velocidade de 20 a 30 km/h.


in amadis

Ponte Vecchio


A Ponte Vecchio (Ponte Velha) é uma ponte medieval sobre o Rio Arno, em Florença, na Itália, famosa por ter uma quantidade de lojas (principalmente ourivesarias e joalharias) ao longo de todo o tabuleiro.

Acredita-se que tenha sido construída ainda na Roma Antiga e era feita originalmente de madeira. Foi destruída pelas cheias de 1333 e reconstruída em 1345, com projecto da autoria de Taddeo Gaddi. Consiste em três arcos, o maior deles com 30 metros de diâmetro. Desde sempre alberga lojas e mercadores, que mostravam as mercadorias sobre bancas, sempre com a autorização do Bargello, a autoridade municipal de então. Diz-se que a palavra bancarrota teve ali origem. Quando um mercador não conseguia pagar as dívidas, a mesa (banco) era quebrada (rotto) pelos soldados. Essa prática era chamada bancorotto.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a ponte não foi danificada pelos alemães. Acredita-se que tenha sido uma ordem directa de Hitler.

Ao longo da ponte, há vários cadeados, especialmente no gradeamento em torno da estátua de Benvenuto Cellini. O facto é ligado à antiga ideia do amor e dos amantes: ao trancar o cadeado e lançar a chave ao rio, os amantes tornavam-se eternamente ligados. Graças a essa tradição e ao turismo desenfreado, milhares de cadeados tinham de ser removidos com frequência, estragando a estrutura da ponte. Devido a isso, o município estipulou uma multa de 50 euros para quem for apanhado, em flagrante, a colocar cadeados na ponte.


in http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_Vecchio

Templo romano de Évora


O templo romano de Évora está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, e foi classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. É um dos mais famosos marcos da cidade, e um símbolo da presença romana em território português.

Historia
Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora e pelo Museu.
Embora o templo romano de Évora seja frequentemente chamado de Templo de Diana, sabe-se que a associação com a deusa romana da caça originou-se de uma lenda criada no século XVII . Na realidade, o templo provavelmente foi construído em homenagem ao imperador Augusto, que era venerado como um deus durante e após seu reinado. O templo foi construído no século I d.C. na praça principal (fórum) de Évora - então chamada de Liberatias Iulia - e modificado nos séculos II e III. Évora foi invadida pelos povos germânicos no século V, e foi nesta época em que o templo foi destruído; hoje em dia, suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade.

As ruínas do templo foram incorporadas a uma torre do Castelo de Évora durante a Idade Média. A sua base, colunas e arquitraves continuaram incrustadas nas paredes do prédio medieval, e o templo (transformado em torre) foi usado como um açougue do século XIV até 1836. Esta utilização da estrutura do templo ajudou a preservar seus restos de uma maior destruição. Finalmente, depois de 1871, as adições medievais foram removidas, e o trabalho de restauração foi coordenado pelo arquiteto italiano Giuseppe Cinatti.


in http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Evora-RomanTemple.jpg

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Futebol de praia ou futebol de areia


O futebol de praia ou futebol de areia é uma variante do futebol jogada na areia. É bastante recente enquanto desporto organizado, datando de 1992 a sua institucionalização, mas já é praticada há muitas décadas como variante de lazer do futebol.
O desporto organizado pratica-se num campo com no mínimo 40cm de profundidade, e entre 35 e 37 m de comprimento por entre 26 e 28 m de largura. Os golos têm 2,20m de altura por 5,5m de extensão.
A linha do meio de campo é demarcada por dois postes com bandeiras vermelhas. A nove metros de distância da linha do golo, uma linha imaginária, marcada desta vez por postes com bandeiras amarelas, indicam a área de penalti e portanto a marca onde as penalidades devem ser cobradas (na parte central desta linha).
E, assim como no
futsal, existe uma área para substituições ao longo da linha lateral.
Apesar de ter uma circunferência idêntica a uma bola de futebol normal (entre 68 e 70 cm), uma bola de futebol de praia é consideravelmente mais leve. Pesando de 400 a 440 gramas, é inflada no começo do jogo com uma pressão entre 0.375 e 0.8 bars.
Uma partida de futebol de areia é jogada entre duas equipas de cinco jogadores, e um guarda-redes. Cinco jogadores adicionais são permitidos no banco de reservas. Como no futsal, um número ilimitado de substituições (incluindo os guarda-redes) pode ser realizado em qualquer momento do jogo. Aos jogadores de futebol de praia não é permitido jogar com qualquer tipo de calçado. Eles devem estar descalços.
O guarda-redes pode agarrar a bola dentro de sua área e tem permissão de usar luvas e traje adequado.
Cada partida tem dois juízes, ambos com igual autoridade para aplicar as leis do jogo. Em adição, um terceiro juiz e um responsável pela marcação do tempo ficam sentados na mesa de tempo, que fica na linha de meio de campo, ao mesmo lado da área de substituição.
Partidas são jogadas em três períodos iguais de 12 minutos de bola rolando. O tempo é parado quando um golo é marcado, quando o juiz apita uma falta ou tiro livre directo, ou quando uma equipa tenta fazer cera (do ponto de vista dos árbitros). Há um intervalo de 3 minutos entre cada período.
No caso de um empate, prorrogação de três minutos deve ser disputada, seguida de uma disputa por penaltis, caso necessário.
A bola deve ser colocada de volta em jogo seja por arremesso ou por chute a um companheiro de equipa. Os guarda-redes podem apenas recomeçar o jogo com as mãos.
Não existem tiros indirectos no futebol de areia. Todos os tiros livres são directos e chutados do lugar onde a falta foi cometida, ou da linha de meio campo (para certas ofensas como cera na área, um 2º atraso para o guarda-redes na mesma jogada, um guarda-redes recomeçar o jogo chutando a bola, etc.). Um penalti é marcado se a falta é cometida dentro da área de penalti.
Barreiras não são permitidas nos tiros directos. O livre é sempre batido pelo jogador que sofreu a falta, excepto se este estiver lesionado. Se se verificar uma das ofensas atrás referidas, a equipa pode escolher um jogador para marcar o livre. Na falta que for cometida em seu próprio campo, todos os outros jogadores que não o cobrador devem permanecer pelo menos a cinco metros da bola, mas não directamente entre a bola e o golo. Se a falta foi cometida no campo de ataque, todos os jogadores deve permanecer atrás da bola.
Para faltas duras, um jogador deve receber um cartão amarelo. Por faltas graves ou após um segundo cartão amarelo, o jogador será punido com um cartão vermelho e deve retornar ao vestiário imediatamente. Após dois minutos de inferioridade numérica, a equipa desse jogador pode colocar um novo jogador.

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in Wikipedia

Jogo da corrida de sacos



Jogo da corrida de sacos
Material: Sacos de serapilheira ou plástico grosso, em número igual ao dos participantes.Terreno: Terreno livre de obstáculos.Objectivo: Chegar primeiro à linha da meta
Desenvolvimento: É marcado um percurso no chão com uma linha de partida e uma meta. Todos os concorrentes se colocam atrás da linha de partida. Ao sinal de partida, cada um entra para dentro do seu saco, segura as abas com as mãos e desloca-se em direcção à meta. Ganha aquele que chegar primeiro.
Variantes:
A - 3 EM 2 - Equipas de três jogadores, colocando-se dois lado a lado; o terceiro enfia as pernas nos sacos onde os outros já se encontram metidos (uma perna em cada saco), abraçando-os.
B - ESTAFETA - Fazem-se 3 colunas (3 equipas) com uma saca à frente de cada uma .
Ao apito, os primeiros da coluna vestem as sacas e vão saltando até à meta e voltam para trás. Quando chegam, despem a saca e entrega-a ao colega seguinte. Este veste a saca e faz o percurso.
Vão fazendo todos até chegar ao primeiro da fila.
Ganha o grupo que fizer tudo mais rapidamente.


http://web.educom.pt/pr1305/despor02.htm

Jogo do anel


Jogo do anel
Antes de tudo, escolhe-se quem vai ser o portador do anel. Ele põe o anel (ou outra coisa pequena) entre suas mãos, que estão encostadas uma na outra.Os outros jogadores ficam um ao lado do outro, com as palmas das mãos encostadas como as do portador do anel.O portador passa as suas mãos no meio das mãos de cada um dos jogadores, deixando cair o anel na mão de um deles sem que ninguém perceba.Quando tiver passado por todos os jogadores, o portador pergunta a um deles: "Quem ficou com o anel?".Se acertar, é o novo portador do anel. Se não, paga a prenda (castigo) que os jogadores mandarem.O portador repete a pergunta até alguém acertar. Quem acertar será o novo portador do anel.

http://www.malhatlantica.pt/aeiou/jogos_tradicionais_7.htm

Xun

O Xun é o mais antigo instrumento musical de sopro da China e tem cerca de 7 mil anos de História.
O Xun vem de um tipo de instrumento de caça. Na antiguidade, as pessoas amarravam uma pedra ou bola de barro e lançavam para caçar pássaros e animais. Algumas pedras produziam sons quando giravam com a corda. Outras pessoas sopravam a pedras vacuás para divertimento. Pouco a pouco este tipo de instrumento de caça tornou-se o Xun.
O Xun primitivo foi feito de pedra ou ossos de animais ou cerâmica em formas achatada, elipse, global e de peixe ou pêra. O Xun em forma de pêra é mais popular.
O Xun de base plana tem um orifício de sopro na parte superior e vários outros nas partes laterais. O mais antigo Xun só tinha um orifício de sopro e um no corpo. Em século três, antes do Cristo, apareceu o Xun com seis orifícios.
Em fins da década de 30 do século 20, o professor do Conservatório Musical da China , Cao Zheng começou a produzir o Xun de cerâmico. Com base do Xun em forma de pêra, o professor Cheng Cong projectou novo Xun de nove orifícios com cerâmica violeta da cidade de Yixing, Província de Jiansu. Além de manter a forma e estilo antigo, o novo Xun pode exprimir músicas de baixo timbre. Além disso, o novo Xun têm seus orifícios colocados de forma regular, satisfazendo os hábitos de interpretação dos artistas da actualidade.
O aparecimento do Xun de nove orifícios explica a renovação e o renascimento do antigo Xun na China. O artista, Zhao Lianshan, um dos alunos do professor Cheng Cong produziu um tipo de Xun de madeira com dez orifícios, solucionando o problema de que o Xun não podia exprimir músicas de alta tonalidade.
O Xun fazia parte de orquestras de cortes imperiais na história chinesa. Tinha dois tipos de Xun, o Songxun e o Yaxun. O Songxun em forma de ovo é mais pequeno com som alta, enquanto o Yaxun também em forma de ovo é mais grande com som baixa. O Xun interpretava músicas com o acompanhamento de Chi, outro tipo de instrumento musical de sopro feito com bambu. No "Livro de cantares", o mais antigo livro de poesias e cantos da China descreve: " O Boshi soprava o Xun e o Zhongshi tocava Chi". Esta frase exprime a amizade e convivência harmoniosa entre os dois irmãos.
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in Wikipedia

Sheng

O Sheng é um órgão de boca que teve origem na China há já 3.000 anos. Uma vez introduzido na Europa, viria a inspirar, no início do século XIX, o desenvolvimento de instrumentos de palheta como a harmónica ou o acordeão.O sheng tradicional tinha 17 tubos e palhetas, tendo evoluído para as actuais 21, 24 e 36 palhetas. Desempenha um importante papel nas orquestras de instrumentos tradicionais chineses, sendo também usado a solo ou integrado em orquestras.
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in Wikipedia

A dança do pau-de-fitas ou dança das fitas


A dança do pau-de-fitas ou dança das fitas é uma dança folclórica coreografada trazida da Europa. A coreografia desenvolve-se como uma ciranda de participantes que orbitam ao redor de um mastro central (pau) fincado no chão. O peculiar é que no topo do mastro são presas as pontas de longas fitas coloridas, cuja extremidade pendente é sustentada por cada dançante. Durante a translação em zigue-zague em torno do fulcro central, as fitas vão sendo trançadas, encurtando a parte pendente até que fique impossível prosseguir. Faz-se após o movimento contrário, destrançando as fitas.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O trompete


Trompete

O trompete é instrumento musical de sopro, um aerofone da família dos metais, caracterizada por instrumentos de bocal, geralmente fabricados de metal. É também conhecido como pistão (por metonímia). Quem toca o trompete é chamado de trompetista.
O trompete é um tubo de metal, com um bocal no início e uma campanha no fim. A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada com o uso de pistos. Além dos pistos, as notas são controladas pela pressão dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado no instrumento.
O trompete é utilizado em diversos géneros musicais, sendo muito comumente encontrado na música clássica e no jazz. Em estilos mais acelerados, como o ska, e latinos como o mambo e a salsa, bem como no maracatu rural, na zona da mata do norte de Pernambuco.

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in Wikipedia

Ténis


Ténis é um desporto de origem britânica, disputado em courts/quadras geralmente abertos e de superfícies sintéticas (Australia Open), cimento (US Open), saibro (Roland Garros), ou relva (Wimbledon). Participam no jogo dois oponentes ou duas duplas de oponentes, podendo ser mistas (homens e mulheres) ou não. A quadra é dividida em duas meios-campos por uma rede, e o objectivo do jogo é rebater uma pequena bola para além da rede (para a meia-quadra adversária) com ajuda de uma raquete.
Bola de ténis
Para marcar um ponto é preciso que a bola toque no solo em qualquer parte dentro da quadra adversária, fazendo com que o adversário não consiga devolver a bola antes do segundo toque, ou que a devolva para fora dos limites da outra meia-quadra. O desporto assim possui aspectos de ataque (rebater bem a bola, dificultando a devolução do adversário) e defesa (bom posicionamento em quadra, antecipação do lance adversário etc).
O ténis possui um intricado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games/jogos
PE e sets/partidas PE. Grosso modo, um game é um conjunto de pontos (15-30-40-game) e um set é um conjunto de games (1-2-3-4-5-6-set). Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço ou sacar. No tênis de competição, é comum que o jogador que serve fature o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está sacando. Ganha o jogo PB/encontro PE aquele que atingir um número de sets pré-definido - geralmente 2 sets, sendo de 3 sets para os grandes torneios masculinos.
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in Wikipédia

Os Gatos e Khem




Os Gatos e Khem

No antigo Egipto, o gato era venerado como um deus, encarnado na cabeça de Bastet. Deusa da caça, da boa saúde, da fertilidade, do amor, da alegria, da dança e da luz; filha do Deus Sol. Representada com a cabeça de felino e corpo de mulher, trazia numa das mãos um sistro, instrumento de percussão usado pelas bailarinas, e, na outra, a cabeça da deusa leoa Sekhmet. Esta era, na verdade, a sua contraparte: quando Bastet se enfurecia transformava-se na terrível Sekhmet uma leoa que punha fogo pela garganta. Passada a cólera metamorfoseava-se novamente em gata, reassumindo sua docilidade. Bastet era sempre representada com uma ninhada de gatinhos a seus pés para simbolizar a fertilidade. Não é sem razão que os egípcios deram a Bastet, o aspecto de gata, pois é um animal notável de resistência, de saúde e fertilidade.

Bastet era a cidade onde se situava o principal templo dedicado aos gatos e para onde, todas as Primaveras, convergiam mais de 500 mil pessoas para assistirem ao festival sagrado. Cerca de 100 mil gatos mumificados eram enterrados em cada festival, em honra da felina "virgem-deusa" (a qual foi presumidamente segundo alguns sectários, a precursora da Virgem Maria). Os festivais de Bastet eram conhecidos como os mais populares e desejados em todo o antigo Egipto, como um sucesso, talvez não totalmente alheio ao fato de incluir selvagens celebridades orgíacas e "frenéticos rituais".

O culto do gato era tão popular que subsistiu durante perto de 2000 anos.

Os gatos eram enfeitados com jóias e perfumados com as mais finas essências. Foram os egípcios, alias, que os domesticaram há 5.000 anos, quando capturavam gatos selvagens no norte da África e os usavam para proteger suas mercadorias da invasão de ratos nos celeiros.

in http:\\blogs.abril.com.brumbandaastrologica200810khem-os-gatos-no-egito.html.doc

Bolo de Canela (Beira Baixa)


Bolo de Canela (Beira Baixa)
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Ingredientes:
2 ovos
2 chávenas de açúcar
1 chávena de leite
1 chávena de azeite
3 chávenas de farinha
1 colher de chá de canela
1 colher de chá de bicabornato
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Confecção:
Batem-se os ovos com o açúcar.
Junta-se o azeite e bate-se.
Junta-se o leite e a canela e bate-se.
Peneira-se a farinha com o bicarbonato e mistura-se rapidamente ao preparado anterior.
Leva-se a cozer em forno médio numa forma com buraco untada e polvilhada.
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in http://www.portugal.gastronomias.com/