terça-feira, 9 de junho de 2009

Fandango



Fandango é uma dança em pares conhecida em Espanha e Portugal desde o período Barroco caracterizada por movimentos vivos e agitados, com certo ar de exibicionismo, em ritmo de 3/4, muito frequentemente acompanhada de sapateado ou castanholas e seguindo um ciclo de acordes característico (lá menor, sol maior, fá maior, mi menor).


Corridinho


O corridinho era bailado com os pares sempre agarrados, formando uma roda, as raparigas por fora e os rapazes por dentro. Ao girar da roda, os pares evoluem, portanto, de lado. A certa altura, «quando a música repica», «o bailho é rebatido», isto é, os pés batem no chão com mais vigor, parando a roda, para prosseguir logo de seguida. Mais adiante, os pares agarrados giravam no mesmo lugar( ou seja, faziam a escovinha), após o que a roda de novo retoma a sua evolução, normalmente para o lado direito, embora ouvesse exeçoes.

Monumento a Camões


O conjunto escultórico, dito Monumento a Camões, em Lisboa, é da autoria do escultor Victor Bastos, foi projectado a partir de 1860 e inaugurado em 1867, na presença do rei D. Luís e de seu pai D. Fernando, rei consorte.
Foi construído já no final do romantismo e custeado por subscrição pública.
O monumento prepara e antecede as comemorações do terceiro centenário da morte de Camões, promovidas por Teófilo Braga com o apoio de João de Deus, Antero de Quental, Oliveira Martins e Ramalho Ortigão.
A estátua evocativa do poeta é de bronze e mede 4 metros de altura. Assenta sobre um pedestal, oitavado, de mármore branco, com 7,5 metros de altura. Em redor do pedestal oito estátuas, de pedra de lioz, de 2,40 metros de altura, representam vultos notáveis da cultura e das letras: o historiador Fernão Lopes, o cosmógrafo Pedro Nunes, o cronista Gomes Eanes de Azurara, os historiadores João de Barros e Fernão Lopes de Castanheda e os poetas Vasco Mouzinho de Quevedo, Jerónimo Corte-Real e Francisco de Sá de Meneses.
A estátua de Camões foi desde logo e tem sido motivo de crítica pela "pose" demasiado militar e muito pouco romântica do poeta. A escultura invoca o poeta vestido a rigor, de espada em punho, livro no peito e coroa de louros na cabeça, numa atitude altiva.
Os representados na base do monumento sucedem-se ao longo da dinastia de Avis: são os espectadores vivos da grandeza (Fernão Lopes, Azurara, João de Barros, Castanheda, Pedro Nunes) e da decadência da pátria (Quevedo, Corte-Ral e Sá de Menezes).
Localização: O monumento encontra-se na Praça de Luís de Camões, em Lisboa (coloquialmente dita Largo de Camões).


Basílica de Santa Sofia


A Basílica de Santa Sofia, também conhecida como Hagia Sophia (grego: Άγια Σοφία Hagia Sophia, que significa "Sagrada Sabedoria"; Ayasofya em turco) é um imponente edifício construído entre 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla (atualmente Istambul, na Turquia) e que foi convertido em mesquita em 1453 até ser transformado em museu, em 1935.

A primeira grande igreja no local foi construída pelo Imperador Constâncio, filho de Constantino o Grande, mas foi destruída durante a Revolta de Nika de 532. O edifício foi reconstruído em sua forma atual entre 532 e 537 sob a supervisão pessoal do imperador Justiniano I. É considerada o exemplo principal da arquitectura bizantina. De grande importância artística, seu interior foi decorado com mosaicos e colunas e esculturas de mármore. A riqueza e o nível artístico da basílica teria levado Justiniano a dizer Νενίκηκά σε Σολομών ("Salomão, eu te superei!").
Interior da Hagia Sofia, Istambul, Turquia.Seus arquitetos foram Isidoro de Mileto e Antemio de Tralles, professores de geometria da Universidade de Constantinopla. Hagia Sophia é coberta por uma abóbada central com 31 m de diâmetro e 55,6 m de altura.
Cristo em mosaicos.Durante 900 anos, a basílica foi a sede do Patriarca ortodoxo de Constantinopla e o principal cenário para cerimônias imperiais. Hagia Sophia foi convertida em uma mesquita após a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos comandados pelo Sultão Mehmed II, em 1453. Seus ricos mosaicos figurativos foram cobertos com emplastro. Por quase 500 anos, foi a principal mesquita de Istambul e serviu como modelo para muitas das grandes mesquitas otomanas da cidade, tais como a Mesquita Shehzade, a Mesquita Solimão e a Mesquita Rustem Pasha.
Em 1935, Kemal Atatürk ordenou a sua secularização e a basílica converteu-se em museu. Não obstante, os mosaicos coloridos remanesceram emplastrados na maior parte, e o edifício deteriorou-se. Uma missão da UNESCO em 1993 notou queda do emplastro, revestimentos de mármore sujos, janelas quebradas, pinturas decorativas danificadas pela umidade e falta de manutenção na ligação da telhadura. Desde então a limpeza, a telhadura e a restauração têm sido empreendidas. Os excepcionais mosaicos do assoalho e da parede que estavam cimentados desde 1453 agora são escavados gradualmente.


Coliseu de Roma


O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum (ou Coliseus, no latim tardio), devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto a edificação. Localizado no centro de Roma, é uma excepção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico. Originalmente capaz de albergar perto de 50 000 pessoas, e com 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos. Foi construído a leste do fórum romano e demorou entre 8 a 10 anos a ser construído.
O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476. O edifício deixou de ser usado para entretenimento no começo da era medieval, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.
Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitectura. Actualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma e em 7 de julho de 2007 foi eleita umas das "Sete maravilhas do mundo moderno". Além disso, o Coliseu ainda tem ligações à igreja, com o Papa a liderar a procissão da Via Sacra até ao Coliseu todas as Sextas-feiras Santas.

Cristo Redentor



O Cristo Redentor é um monumento de Jesus Cristo localizado na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Está localizado no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar. De seus 38 metros, oito estão no pedestal. Foi inaugurado às 19:15 do dia 12 de outubro de 1931, depois de cerca de cinco anos de obras. Um símbolo do cristianismo, o monumento se tornou um dos ícones mais reconhecidos internacionalmente do Rio e do Brasil. No dia 7 de julho de 2007, em Lisboa, no Estádio da Luz, foi eleita uma das novas sete maravilhas do mundo. O Guiness World Records, versão atualizada de 2009, considera o Cristo Redentor a maior estátua de cristo



segunda-feira, 8 de junho de 2009

Poker


Durante mais de 1000 anos, o jogo de Poker desenvolveu-se através de um amplo espectro de civilizações. Alguns atribuem a origem do jogo à Dinastia Sung China, do século 10, enquanto outros apontam o seu começo com o jogo Persa chamado "As Nas", do século 16. Ao longo de sua história, o jogo recebeu novas variações, embora os conceitos básicos da estratégia psicológica e o ranking de cartas sempre estiveram presentes ao longo do curso da sua evolução.

A versão do jogo mais parecida com a versão contemporânea é Poque, que data do século 17, na França. O jogo atravessou o Atlântico com um grupo de colonizadores Franceses que eventualmente fundaram a cidade de New Orleans. A partir dai, se difundiu ao longo da rota do Rio Mississippi durante o século 18 e floresceu nos Estados Unidos durante o século 19, quando o pais começou sua expansão até o Oeste. Por este motivo, a história de Poker é normalmente associada com o "Wild West" Americano.

Desde então, existem três versões predominantes do jogo: Stud de 5 Cartas e Stud de 7 Cartas ,Texas Hold'em, Omaha e Omaha Hi-Low. O Texas Hold'em começou a ganhar popularidade durante os anos setenta, quando apareceu como o jogo principal da Série Mundial de Poker. Hoje em dia, esse jogo é, sem dúvida, o mais popular dos três jogos e é jogado com frequência nas maiores salas de Poker, além dos Casinos terrestres de todo o mundo.

in http://www.titanpoker.com/pt/history.html

Pelota basca


O jogo da pelota basca, ou pela, é um desporto tradicional em todo o País Basco espanhol e francês e na província de Navarra, que assumiu especial importância a partir do princípio do século XIX. O jogo da pelota era então tão popular que em alguns lugares o seu interesse relegou as corridas de touros para segundo plano. A população apinhava-se para assistir às partidas e faziam-se apostas. A tradição do jogo decaiu, segundo alguns devido à ambição dos jogadores e aos interesses económicos envolvidos, e, no século XX, o futebol substituiu-o definitivamente em termos de popularidade. Apesar de tudo, o jogo da pelota continua vivo e ainda é muito praticado tanto na sua região de origem, como em outras regiões de Espanha.
Existem quatro espécies de jogo da pelota, à largo, à rebote, à trinquete e à blé, que por sua vez se subdividem em jogo à mão, com luva, com pau e com cesta ou chistera.
No início, este jogo começou por ser jogado à largo e tinha lugar em qualquer esplanada, passeio ou campo, desde que o piso fosse apropriado e se pudessem contar uns 100 metros desde o local de arremesso até à meta. As pelotas, bolas pequenas forradas de couro ou tecido, são lançadas de um extremo ao outro do campo de jogos, acancha, dividido em três partes por duas cordas transversais, a dosaque e a do resto, esta última tendo de ser ultrapassada por todos os saques. Uma partida é constituída por vários jogos e cada jogo dividido em quatro quinces, distâncias em que é dividido o campo de jogos, chamando-se a primeira quince, a segunda treinta, a terceira cuarentae ao ganhar-se a quarta diz-se: um jogo. No jogo à largo, o jogador atira a pelota ao botillo, uma espécie de atril ou estante de pedra ou ferro situado no extremo da cancha. Os restantes jogadores estão no outro extremo e também junto das cordas que dividem o campo. O interesse do jogo e os respectivos incidentes produzem-se devido àsrayas, que fazem mudar radicalmente de lugar os grupos opositores de jogadores. Cada pelota arremessada que "morra" no espaço entre o princípio e o final da cancha ou que, arrastando-se diagonalmente, se perca nos espaços laterais que se encontram ao longo do campo, constitui uma raya ou risca. Se a pelota se detém no centro ou de um lado da metade compreendida entre o local de arremesso e a corda, mede-se uma linha perpendicular desde o sítio em que a pelota parou até à linha lateral que constitui a falta e a raya assinala-se ali com uma pequena bandeira, um pau ou uma risca. Se a pelota entra diagonalmente nas linhas laterais, a risca é colocada no ponto por onde passou a pelota que entrou em falta. Feita uma raya, os grupos de jogadores trocam de lugar e é frequente que duas rayas sejam feitas antes que um jogo esteja terminado. A segunda raya produz uma mudança de posição dos grupos de jogadores, sem necessidade de se jogar nenhum outro quince nem de chegar ao cuarenta, condição essencial quando se trata de uma só raya. Para ganhar a raya e com ela o quince, basta que a pelota seja lançada para além da marca daraya sem que o opositor a devolva ou, em caso de devolução, a detenha e a "mate" para além da raya.
Na versão a rebote, a pelota é atirada a uma parede fronteiriça a partir do meio do campo de jogos, onde se coloca o botillo. No jogo atrinquete, ou cancha cerrada, o campo é um local coberto, dividido em duas metades por uma rede transversal por cima da qual passa a pelota. O jogo moderno é a versão à blé e é jogado num local chamado frontón, anteriormente chamado de cancha aberta, que consiste em duas paredes de pedra ou cimento dispostas em ângulo recto e com uma elevação de 12 a 14 centímetros. Uma delas, a frontis, forma a frente da cancha e à sua esquerda estende-se a outra que tem o nome de parede da esquerda ou blé. Esta última divide-se em espaços iguais de 4 metros, os cuadros, assinalados por linhas verticais numeradas. O grupo vencedor é aquele que consegue fazer os melhores lances com um número mínimo de faltas, lançando a bola no campo de tal forma que o grupo opositor não a possa devolver ou a devolva de forma a que o jogador a possa rematar facilmente. Para o lance, o jogador coloca-se de costas para o frontis e atira a bola com a força necessária para que esta suba à altura do ombro e quando desce à altura do pulso é lançada, sem deter o seu movimento, contra o frontis. Este é o tipo de lance mais corrente, havendo outros chamados de cima para baixo ou de baixo para cima. Um bom lance requer muita força, o que confere à bola uma violência extrema, podendo-se tornar bastante perigosa, se manuseada sem cuidado ou atenção.


Ó Mamã dá licença?



Jogam seis ou mais crianças, num espaço que tenha uma parede. As crianças dispõem-se sobre um risco, umas ao lado das outras. Uma, a mãe, fica colocada de frente para as outras crianças, a uma distância de dez ou mais metros. A mãe fica de costas para a parede.

Uma criança de cada vez vai perguntando à mãe:

-“A mamã dá licença?”
- “Dou”.
- “Quantos passos me dá?”
- “Cinco à bebé.”
- ”Mas dá mesmo?”
- ”Sim.”

Então a criança avança, dando cinco passos muito pequeninos, pois neste exemplo, dá passos “à bebé”.

Em seguida, pergunta outra criança e assim sucessivamente. Ganha o primeiro a chegar ao pé da mãe, tomando o seu lugar e recomeçando o jogo. De referir que, após a ordem dada pela mãe, a outra criança deve confirmá-la antes de a executar (“Mas dá mesmo?”), sob pena de regressar ao ponto de início.

As respostas da mãe (ordens), podem ser muito variadas: passos à gigante (grandes), à caranguejo (para trás), à cavalinho (saltitantes), à tesoura (abertura lateral dos membros inferiores), etc.



Hóquei Subaquático.


Como não poderia deixar de ser, cá vai um pouco de história sobre este grande jogo que é o
Hóquei Subaquático. O desporto foi inventado em 1954 por Alan Blake no recém-formado Southsea Sub-Aqua Club que inicialmente jogava no clube com outros mergulhadores incluindo John Ventham, Jack Willis, e Frank Lilleker em Eastney Piscina, Portsmouth, Inglaterra. Originalmente chamados de "Octopush" (e ainda conhecido principalmente por esse nome no Reino Unido hoje), pois era realizado com equipas de oito jogadores (daí "octo"), com um pequeno taco existente na época shuffleboard stick, chamado de "pusher" (Daí o "push"), um dispositivo apontador (semelhante a um disco) não revestido que era conduzido, chamado de "lula", mais tarde veio a ser conhecido como "choco", mas rápidamente se chegou ao "puck" (nome actual).As primeiras regras foram testadas em dois jogos em 1954, e em novembro 1954 foi publicado um anúncio no conhecido jornal Neptuno. O objectivo do jogo era para manter os membros da Southsea Sub-Aqua Club no novo clube durante os meses de Inverno em que as águas gélidas da costa Britânica impediam idas ao mar para mergulhar. Os primeiros jogos entre clubes de "octopush" foram com equipas de Southsea, Bournemouth, Brighton, no início 1955.O primeiro jogo chegou ao Canadá (e provavelmente para a América do Norte) em 1962 através Norm Liebeck, por um decidido instrutor de mergulho australiano e proprietário de uma loja de mergulho, que introduziu o desporto ao Vanquatics, um clube de mergulho em Vancouver anteriormente denominado o Wobbygongs. Dez anos mais tarde, a Underwater Hockey Association of British Columbia (UHABC) foi formada e recebeu apoio do governo BC.As modificações substanciais dos equipamentos, constituição das equipas, dimensões do campo e outros factores têm contribuído para que o jogo se tenha tornado o desporto internacional jogado em mais de 20 paises incluindo, Australia, Nova Zelândia, França, Holanda, África do Sul, EUA, Inglaterra, Suécia, Hungria, Japão, Espanha e Portugal.


sábado, 6 de junho de 2009

Paintball

Existe Paintball em Portugal , desde os finais dos anos 80 , sendo a localização desse campo inicial em Sintra , como marcadores eram utilizadas pistolas designadas por PGP´S que ainda hoje existem , devido em grande parte à sua durabilidade , pouca assistência e grande poder de manobra a quem as utiliza , pois o seu peso é muito reduzido. Têm uma capacidade para 10 bolas e uma pequena botija de CO2 que dá em média para 25 disparos. Neste campo foram dados os primeiros passos para a evolução do Paintball a nível nacional e com ele a contribuir para o gradual aumento de experiência e entusiasmo dos participantes mais assíduos e a cativar novos e cada vez mais participantes. Hoje , este cenário é completamente diferente , existem dezenas de campos.

Espalhados por todo o território nacional , do Minho ao Algarve e com muitos deles a oferecerem muito boas condições para a pratica desta modalidade e uma variedade de cenários. Desde locais com muita vegetação e arborizados , a zonas com bunkers , trincheiras , veículos , quartéis , pontes , e locais para a prática do Speedball , (uma variante do Paintball , jogada num local de reduzidas dimensões , sem arvores nem vegetação , apenas com alguns obstáculos a separarem as duas equipas , sendo uma variante mais rápida , pois o estar em contacto visual com o oponente obriga a ter boa coordenação de movimentos , rapidez , agilidade física e precisão no disparo).

Assim para além dos marcadores , designação que se atribui às armas de Paintball , e que tem em conta a sua origem , pois na realidade o que actualmente se designa por Paintball começou pelas mãos de criadores de gado , que para distinguirem as suas cabeças de gado , marcavam os animais , com pequenas bolas de tinta , disparadas por armas pouco sofisticadas na Austrália ou Estados Unidos (a "doutrina" diverge).

Esta ideia transferiu-se para os Estados Unidos da América , onde foi traduzida para o desporto ou modalidade que é hoje o Paintball. É necessário mascaras ou óculos de protecção , que vão assim proteger o jogador na parte mais vulnerável que é a sua face nomeadamente os olhos.

Por muitos considerado o desporto dos anos 90 , este não dispensa a sua característica ecológica , as bolas coloridas utilizadas com o calibre 68. e mais ou menos 4 gramas de peso , são compostas por uma cápsula exterior de gelatina e no seu interior por uma tinta inofensiva não tóxica , ambas totalmente biodegradáveis em contacto com o solo , igualmente hidrosoluveis , saindo assim facilmente da roupa ou da pele com um pano húmido.

Sendo biodegradáveis , a sua utilização em espaços verdes , permite aos jogadores um contacto com a natureza sem a danificar nem a ela nem aos pequenos animais que lá possam existir.

O Paintball é um desporto praticado por milhares de pessoas em todo o mundo , em que se joga , em equipa , que podem ter um numero ilimitado de pessoas que se enfrentam em vários tipos de jogos e cenários.

Onde é importante o trabalho de equipa , rapidez de decisão , tácticas e estratégia, também sorte como em tudo na vida , para se poder vencer o adversário ou simplesmente para se poder divertir.

Quando um jogador é atingido , o impacto da bola , faz com que a sua capsula se abra , deixando sair a tinta , que vai assim deixar uma marca no jogador , podendo ser esta em qualquer parte do corpo do jogador inclusive na sua arma ou noutro equipamento que este tenha , sendo considerado como eliminado desse jogo.

Com a evolução tecnológica , que se verificou no Paintball , acompanhado por uma sofisticação cada vez maior do seu equipamento, cedo se chegou à conclusão , que era possível , existir uma competição a nível profissional , existindo hoje campeonatos nacionais , europeus e mundiais.

in http://lusos.no.sapo.pt/pag1_paintball_historia.html

Raquetebol

O Raquetebol foi criado em 1968 por Bob Kendler, um professor de ténis e squash. Chegou ao Brasil em1985 com a primeira quadra no clube A Hebraica, em São Paulo.

O raquetebol é praticado em uma quadra fechada de 13,2m X 6,6 metros de altura. Os jogadores ficam de frente para a parede, alternando saques com uma raquete encordoada amarrada ao pulso para não escapar da mão. Usam também óculos de acrílico para se proteger de boladas. Podem-se utilizar as paredes laterais e o teto como pontos de impacto da bola de borracha. Seu objectivo é evitar que ela repique duas vezes no chão. Vence quem fechar primeiro dois sets de 15 pontos. As partidas podem ser individuais, em duplas ou trios.

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Raquetebol

Sandboard


História do Sandboard

O Sandboard foi influenciado no formulário grande surfing, em um momento apareceu tabelas do sandboard de todo o tipo. Durante duas décadas foram usados como elementos deslizar nas partes de cartão, tetos da areia dos carros, tabelas velhas do surf e o asì aquático dos esquis era esse comenzo história do sandboard.

A história do Sandboard nos 70

No meio dos 70 sandboard tinha sido apresentado/indicado em diversos publicações e programas do esporte da televisão, em todos os agradecimentos aos esforços dos pioneiros do comtemporâneo do sandboard, em Jack Smith (reconhecido ao skateboarder) e em Gary Fluitt, possessor de um estilo incomparable.

Mas história do sandboard volume o impulso necessário não ser reconhecido world-wide, mas esse volume snowboarding o slug e convirtio na raiva, relegating aos sandboards ao tronco por 12 anos mas. Os centros do esqui operaram-se já com facilidades completas, prontas para receber às massas que exijiram este esporte novo.

A paixão animating contínuo das dunas a qual preferiram a areia que a neve. Um daqueles povos era Lon Beale, neste momento publisher do compartimento de Sandboard (publicação importante no nível de sandboarding). Durante a mola do 1973 um amigo de Lon que fosse mudado recentemente ao deserto do Mojave (Californian) mostrou-lhe sandboarding para a primeira vez.

in http://www.sobrelasdunas.com/01_inicios.htm

Bandy


Mais uma vez o gelo e mais uma vez os sticks, mas prometemos trazer algo completamente diferente na próxima semana! Por agora fiquem com o bandy.

Como já devem ter adivinhado, é um desporto de inverno, com origens partilhadas com o hóquei no gelo e que consiste em… bater com o stick numa bola e marcar golo na baliza adversária! Bastante simples. No fundo, o bandy pode definir-se muito rapidamente: hóquei de campo, mas sobre o gelo, daí os patins, e com regras muito semelhantes ao futebol.

O bandy é jogado em Inglaterra desde meados de 1800, porém existem pinturas egípcias que levam a crer que um jogo semelhante era já praticado há 4000 anos atrás (sem patins presumo, portanto… hóquei de campo. Certo?). A primeira associação foi criada em 1891 - National Bandy Association - em Inglaterra, ano do primeiro jogo internacional entre o inglês Bury Fen Bandy Club e o Haarlen da Holanda. Poucos anos depois o jogo é introduzido na Suécia, por um jogador do Bury Fen, e um dos seus grandes impulsionadores, James Tebbuttbv. Aqui chegado, foi rapidamente “absorvido” pelos países europeus, principalmente do leste, que têm um clima propício a este desporto. A Suiça, Alemanha, Holanda, Rússia e Noruega tornaram-se fãs convictos do jogo. Curiosamente, hoje o bandy é pouco ou nada conhecido em Inglaterra, mas continua a ser praticado nos restantes países mencionados. O clima deve explicar isto. Para terminar a história, em 1955 foi criada a Federação Internacional de Bandy e desde 1957 que se realizam Campeonatos Mundiais da modalidade de dois em dois anos. Já agora, fiquem também a saber que nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, em 2010, o bandy será colocado à prova. Se tiver sucesso será integrado nas provas.

Caso ainda não tenham visto nenhum jogo de bandy, saibam que se joga num campo de gelo do tamanho de um campo de futebol, com duas equipas de 11 jogadores em campo (guarda-redes incluído), em duas partes de 45 minutos e um intervalo de 10 minutos. Familiar, não?

O bandy é jogado com uma bola pequena, dura e laranja. Todos os jogadores usam patins, capacetes (que devem ter um outro nome, com certeza) e sticks (excepto o guarda-redes, que tem, por isso, um equipamento reforçado). O stick é em tudo semelhante ao de hóquei, não pode ter mais de 120cm e deve ir até ao nível da cintura. No bandy só se agarra no stick, normalmente, com uma mão, excepto para rematar ou passar.

in http://vaiajogo.apostaganha.pt/tag/bury-fen-bandy-club/

"Férias Blue" (adapt. "Summertime", George Gershwin)

"Apache" (manual do aluno)

Hani Kuni (versão longa)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Farrapeira


Farrapeira é uma das mais típicas e belas danças de Portugal. Não se sabe bem desde quando o povo a baila, mas parece ser uma dança bastante antiga, pois o seu aspecto musical aparenta-se com as mais antigas danças da nossa gente do povo. É a farrapeira uma dança do interior nortenho. Melodia que se assemelha à caninha-verde, exige ela um marcador espirituoso. Apesar de ser uma dança típica das Beiras, também no Ribatejo a bailam. Dança bem ritmada, é acompanhada à guitarra e, em algumas regiões, a pífaro e gaita-de-foles. Uma das características da farrapeira é o facto de ela ser uma das raras danças populares portuguesas cujo refrão ou estribilho é instrumental. Julga-se que a farrapeira deve ser uma dança burguesa, ou citadina, que o povo adaptou, pois o seu ritmo é o da polca e a sua marcação faz lembrar as quadrilhas, que, como se sabe, são danças de salão. Ao fim e ao cabo, a farrapeira, com o seu marcador, mais não é do que uma quadrilha campestre.
in WIKIPÉDIA

Bailarico


O Bailarico é uma dança popular actual que se baila na região que vai do Alcoa ao Sado, isto é, em toda a região estremenha. Baila-se, sobretudo, nas regiões de Torres Vedras, Caldas da Rainha, Malveira, Sintra e Mafra, pelo que é conhecida pelo nome de «dança saloia». Porém, também no Alentejo, no Ribatejo e no Algarve o dançam. É o bailarico uma das mais típicas e características danças populares portuguesas. É também uma dança simples e ingénua, se bem que ritmada e muito movimentada. A sua simplicidade e o seu ritmo movimentado são bem característicos da sua pureza e genuinidade portuguesas. O bailarico é dançado com dois, quatro ou seis pares. No Ribatejo chamam-lhe bailarico

Bailinho da Madeira


Madeira
Nas diferentes regiões de Portugal há diferentes tradições, e a
Madeira não é excepção. O Bailinho da Madeira, ou simplesmente bailinho, é a dança típica mais conhecida da ilha. É acompanhada do brinquinho - o instrumento regional tradicional, feito com castanholas, fitilhos e bonecos de paus, vestidos com o traje regional, que quando chocalhados contra a cana que os sustêm, emite som .

Kitesurf

A história do kitesurf como desporto é recente, em concreto, o kitesurf como desporto nasce no príncipio dos anos 80, quando o americano Dave Culp, realizou o primeiro desenho de pipa. Desde entao até aos nosso dias é muita a evoluçao que tem tido este desporto, o seu material e as suas técnicas.

Nos arquivos da história, Culp foi o primeiro a desenhar um bordo de ataque que se podia insuflar, está registado que em Outubro de 1977 o inventor Gijsbertus Adrianus registou a patente da primeira pipa. Adrianus usou uma prancha de surf com um pequeno para-quedas de tracçao junto ao corpo através de um arnês, ele foi o primeiro Kitesurfista.


Um ano depois foi Dave Culp quem desenhou a primeira pipa mais parecida com a actual, tinha um bordo de ataque insuflável. Nos anos 80, os irmaos Legainoix navegaram co uma pipa sobre esquis que eram levados por uma pipa, a partir daí as técnicas foram melhorando, evoluindo, até que em finais dos anos 80 o americano Cory Roeseler conseguiu pipas capazes de aderir ao vento.

No anos 90, alguns windsurfistas professionais como Robby Naish começaram a practicar o Kitesurf, e em 98 começou a fabricar as primeiras pipas de acordo com os irmaos Legainoux.

A partir daí, a evoluçao nao tem parado, incrível, em Espanha os priemiros kitesurfistas vieram para a praia de Sant Pere Pescador, na Costa Brava. Nessa mesma praia fundou-se em 1999 a primeira escola de kitesurf de Espanha, a Wind Station.


Bodyboard


O Bodyboard é um desporto que apareceu à 27 anos, que foi "inventado" e desenvolvido, pelo grande surfista Tom Moorey.
Este desporto apareceu de uma forma bem caricata, um dia em que Tom Morey estava a surfar em Waimea Bay e quando apanhou uma onda, com um certo poder, reparou que a sua prancha de surf tinha-se partido em 2 partes. Tom Morey viu-se atrapalhado para sair da água. Então, resolveu agarrar umas das partes partidas da prancha e remar para terra.

Então, foi para sua casa e reflectir no que lhe tinha acontecido na praia nesse dia, e chegou a conclusão de que podia usufruir das ondas de uma maneira mais divertida e também diferente.

Então nesse dia Tom Morey aproveitando um das partes da sua prancha de surf (que se encontrava partida), transformou-a numa prancha de BODYBOARD.

Seguidamente, Tom Morey começou a inventar diversas manobras radicais, as quais começaram a apaixonar o coração de várias pessoas. Assim o Bodyboard teve um rápido crescimento no Hawai, e em muito pouco tempo propagou-se pelo resto do mundo. O Bodyboard era em principio um desporto de mulheres pois, a prancha na qual Tom Morey a designou de Boogie Boarder, adaptava-se melhor ao corpo das mulheres, mas mesmo assim continuava a ser feito por homens, os quais inventavam inúmeras manobras.
Perto dos anos 80, houve um grande desenvolvimento do Bodyboard pois começava a ter novos materiais e acessórios para as pranchas. Começou-se a realizar campeonatos no Hawai e, em outras grandes potências como no Brasil, Austrália, EUA. Mike Stewart, 9 vezes campeão mundial, foi, é, e sempre será o homem mais prestigiado do Bodyboard mundial, sendo sabedor dos grandes segredos do mar.
Mais tarde, aparece uma nova geração, completa radical, cheia de novas manobras e com uma vontade enorme de surfar ondas grandes e perigosas. Esta geração vem sobretudo da Austrália, Califórnia (EUA), Brasil, África do Sul e em Portugal.
Assim o Bodyboard teve um enorme crescimento, sendo conhecido mundialmente. O Bodyboard passou assim a ser um desporto sério e profissional mas acima de tudo, um desporto para se divertir e usufruir a maravilha da natureza que são as ondas. E que cada vez esta a "crescer" mais.

Windsurf


O windsurf é um desporto individual com, aproximadamente, 30 anos de existência e que depende totalmente da mãe Natureza. Para a sua prática é necessário que haja vento e ondas. Se a estes dois factores se juntarem a alta velocidade e a acção, poder-se-ão realizar competições bastante empolgantes e de alto gabarito. Sendo um desporto não poluente, é verdadeiramente fiel à Natureza, apenas aproveitando-se desta para obter maior adrenalina.

Pensa-se que a prancha à vela surgiu na Califórnia pela primeira vez, quando Hoyle Schweitzer e Jim Drake, dois surfistas fartos de “remar” para apanhar ondas, pensaram em utilizar a força do vento. Em 1970, conjugaram de forma perfeita uma prancha de surf longbord com uma vela do tipo latina. A partir desta altura, o windsurf teve uma enorme adesão, sobretudo na Europa. Onde soprasse vento, fosse em praias, lagoas ou albufeiras, aparecia esta nova diversão. Assim começaram a nascer campeonatos, entre eles as modalidades de ondas, slalom, regata, etc.

A prancha de windsurf é idêntica a uma embarcação à vela, obedecendo ao mesmo tipo de regras e modos de navegação. A inovação encontra-se mesmo no mastro, sendo articulado e a retranca bifurcada. Só com estes elementos é possível usar o leme para orientar a embarcação. Orçar, arribar, cambar, fazer um largo ou uma bolina cerrada e andar de popa, entre muitas outras, são alguma das manobras usadas nas pranchas.


Materiais usados


Inicialmente, as pranchas eram feitas de fibra, madeira ou popitileno, os mastros de alumínio, fibra de vidro ou de carbono e as velas de nylon. Contudo, nos anos 80, os materias sofreram uma alteração, permitindo a comercialização de pranchas baratas e facilitando o acesso à actividade. Desta forma, as pranchas ficaram mais pequenas, leves e resistentes, com velas de diferentes tecidos e compostos, possibilitando a evolução das manobras e modos de navegação. Mais trade, apareceram as pranchas de iniciação à prancha à vela, de funboard, de course racing, de slalon, de ondas, etc. A escolha do material depende da constituição física de cada praticante. A prancha deve ser adequada ao tamanho e peso; a vela deve ter um tamanho intermédio (5,5 metros quadrados) e a retranca deverá ser escolhida de acordo com a vela. A potência da vela torna as ondas autênticas rampas que lançam os praticantes a alturas que podem exceder os 10 metros, o que lhes permite realizar manobras incrivelmente radicais.

Assim sendo, os objectos que compõem as pranchas de windsuf são: pranchas, velas, retrancas, mastros, pés de mastro, partilhões, barbatanas e cabos.


in http://aquaclube.no.sapo.pt/windsurf.htm

Parkour


Parkour ou Le Parkour, deriva do nome percurso, visto a sua finalidade ser traçar percursos alternativos, ou seja, deslocar-se entre dois pontos pelo trajecto mais curto e não pelo mais accessível e previamente estabelecido pelo conceito de movimento imposto pela sociedade.

Passando a explicar: entre dois pontos situados em uma região urbana existem variadas barreiras arquitetónicas. Tomemos, por exemplo, uma escadaria que nos conceitos comuns é o método "correcto" para alcançar uma superfície mais elevada. Mas não seria mais rápido subir directamente a parede, apesar de não ser o método "adequado"? É neste termo que se baseia o parkour, no método mais rápido, e sim por vezes mais difícil, de alcançar o nosso destino. Apesar das dificuldades inerentes a este método de movimentação, é inquestionável que com o treino adequado e uma preparação física a condizer, o parkour é um método de deslocação mais eficiente que o método imposto pelas barreiras arquitetónicas.

Isto leva-nos a vertente desportiva do parkour, o parkour não pode de modo nenhum ser encarado com leveza, ou pressuposto como método convencional de deslocação, isto por várias razões. Com a transposição do obstáculo em vista, o traceur (praticante de parkour), tem a necessidade de utilizar várias técnicas que exigem preparação prévia e rigoroso esforço físico. Sendo de conhecimento geral que o esforço físico intenso não pode ser efectuado sem preparação para o mesmo, o traceur precisa preparar o seu corpo para este tipo de esforço. Esta preparação vem na forma de um aquecimento correcto, que evita possíveis — e por vezes graves — lesões musculares.

O parkour também não pode ser encarado como se fosse ausente de riscos, pois estes existem, e são bem reais e penosos para quem não está preparado, e muitas vezes também para quem está. A transposição de obstáculos envolve regularmente alturas, e sem qualquer dúvida que cair, sem qualquer dano físico, é um desporto por si só, pois envolve grande preparação e técnica que, ao serem ignoradas, podem dar origem, em vez de algum tipo de lesão, a uma situação mais grave de paralisia ou insuficiência motora. No fundo o parkour é encarado tanto como arte, desporto, ou filosofia de vida, sendo não só uma forma de movimentação, mas também uma maneira de encarar os desafios do quotidiano, visto que o parkour nos ensina a pensar rápido , e a vencer obstáculos.


in http://pt.wikibooks.org/wiki/Parkour/O_que_é_Parkour%3F

História da Capoeira


O Brasil a partir do século XVI foi palco de uma das maiores violências contra um povo. Mais de dois milhões de negros foram trazidos da África, pelos colonizadores portugueses, para se tornarem escravos nas lavouras da cana-de-açúcar. Tribos inteiras foram subjugadas e obrigadas a cruzar o oceano como animais em grandes galeotas chamadas de navios negreiros. Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro foram os portos finais da maior parte desse tráfico.

Ao contrário do que muitos pensam, os negros não aceitaram pacificamente o cativeiro; a história brasileira está cheia de episódios onde os escravos se rebelaram contra a humilhante situação em que se encontravam. Uma das formas dessa resistência foi o quilombo; comunidades organizadas pelos negros fugitivos, em locais de difícil acesso. Geralmente em pontos altos das matas. O maior desses quilombos estabeleceu-se em Pernambuco no século XVII, numa região conhecida como Palmares. Uma espécie de Estado africano foi formado. Distribuído em pequenas povoações chamadas mocambos e com uma hierarquia onde no ápice encontrava-se o rei Ganga-Zumbi, Palmares pode ter sido o berço das primeiras manifestações da Capoeira.
Desenvolvida para ser uma defesa, a Capoeira foi sendo ensinada aos negros ainda cativos, por aqueles que eram capturados e voltavam aos engenhos. Para não levantar suspeitas, os movimentos da luta foram sendo adaptados às cantorias e músicas africanas para que parecessem uma dança. Assim, como no Candomblé, cercada de segredos, a Capoeira pode se desenvolver como forma de resistência.
Do campo para a cidade a Capoeira ganhou a malícia dos escravos de 'ganho' e dos frequentadores da zona portuária. Na cidade de Salvador, capoeiristas organizados em bandos provocavam arruaças nas festas populares e reforçavam o caráter marginal da luta. Durante décadas a Capoeira foi proibida no Brasil. A liberação da sua prática deu-se apenas na década de 30, quando uma variação da Capoeira (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi apresentada ao então presidente, Getúlio Vargas. De lá para cá a Capoeira Angola aperfeiçoou-se na Bahia mantendo fidelidade às tradições, graças principalmente ao seu grande guru, Mestre Pastinha , que jogou Capoeira até os 79 anos, formando gerações de angoleiros .

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Tanuki

Tanuki é chamado como texugo japonês é bricanhão, juntamente com a raposa, o animal mais presente nas lendas do imaginário japonês e é, normalmente, retratado com barriga e testículos protuberantes e segurando uma garrafa de saquê em uma das mãos. Nas obras mais antigas, a identificação do tanuki ainda é incerta, podendo referir-se a animais como a doninha marta e esquilo voador.
O tanuki também aparece em muitas expressões da língua japonesa, como tanuki oyaji (“velho astuto”), tanuki neiri (“sono fingido”), por conta do costume desses animais de fingir-se de morto ou adormecido quando surpreendido.

Kitsume



Kitsune é uma raposa conhecida, desde os primórdios, por seus extraordinários poderes sobrenaturais. Acredita-se que ela possua a capacidade de mudar de aparência, transformando-se, geralmente, em belas mulheres para ludibriar os homens. Há ainda a crença de que as raposas podem possuir o corpo de seres humanos e apenas monges especiais conseguiriam exorcizá-las.
Embora a imagem difundida da raposa seja a de um animal malévolo, no templo de Fushimi Inari, em Quioto, a raposa é reverenciada como a divindade guardiã e emissária do deus do arroz do xintoísmo, Inari. Portanto, nos arredores do templo há várias estátuas em reverência ao animal.

in nippo

O corridinho


Lembre-se, por outro lado, certas semelhanças por vezes visíveis entre o corridinho e certos exemplares de fado. Atente-se a este propósito, no exemplar que escolhemos para transcrição, tocado por duas harmónicas de boca, de grande beleza, vivacidade e virtuosismo na execução.A este respeito, há algumas notícias que nos chegam de várias fontes, de que devemos destacar o capítulo «Tipos populares» do livro de Manuel Envia Coisas de Setúbal. Conta o autor que, por volta de 1880, existia em Setúbal um boémio tocador de guitarra, de sua graça Carlos Rosa, que tinha como fado predilecto o corrido. Mais adiante, trata o fado corrido por «o corridinho», que era «acompanhado por algumas estrofes cantadas pelo guitarrista». Por fim, quando relata a morte do Carlos Rosa, o autor exclama: «Finis corridinho!».Por outro lado, muitos tocadores populares nos têm salientado a referida semelhança musical entre o corridinho e o fado. Em Casais Gaiola, Cadaval, por exemplo, quando fizemos notar ao tocador de harmónio António Silvestre que o corridinho que acabara de tocar era muito parecido com o fado batido, ele reconheceu que, efectivamente, não havia muita diferença entre eles e que até se poderia confundi-los, mas que o corridinho tinha um andamento mais vivo. Este tipo de explicações carece sempre, como é bom de ver, de uma interpretação cuidada.Seja, porém, qual for a sua origem, o nome de corridinho, com o seu ritmo binário, consagrou-se para um determinado tipo de baile, que o povo conhece e distingue dos outros, talvez por apresentar ou ter apresentado uma fase que consistia numa corridinha. Sob essa designação, gravámos vinte e um espécimes musicais em toda a Estremadura, nos concelhos de Sintra, Mafra, Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã, Peniche, Caldas da Rainha, Loures e Palmela.O corridinho era bailado com os pares sempre agarrados, formando uma roda, as raparigas por dentro e os rapazes por fora. Ao girar da roda, os pares evoluem, portanto, de lado. A certa altura, «quando a música repica», «o bailho é rebatido», isto é, os pés batem no chão com mais vigor, parando a roda, para prosseguir logo de seguida. Mais adiante, os pares «valseiam», entenda-se bailam agarrados girando no mesmo lugar, após o que a roda de novo retoma a sua evolução, sempre para o lado direito. Com algumas variantes de pormenor, foi assim que captámos a coreografia do corridinho estremenho.