
terça-feira, 9 de junho de 2009
Fandango

Corridinho

Monumento a Camões

Foi construído já no final do romantismo e custeado por subscrição pública.
O monumento prepara e antecede as comemorações do terceiro centenário da morte de Camões, promovidas por Teófilo Braga com o apoio de João de Deus, Antero de Quental, Oliveira Martins e Ramalho Ortigão.
A estátua evocativa do poeta é de bronze e mede 4 metros de altura. Assenta sobre um pedestal, oitavado, de mármore branco, com 7,5 metros de altura. Em redor do pedestal oito estátuas, de pedra de lioz, de 2,40 metros de altura, representam vultos notáveis da cultura e das letras: o historiador Fernão Lopes, o cosmógrafo Pedro Nunes, o cronista Gomes Eanes de Azurara, os historiadores João de Barros e Fernão Lopes de Castanheda e os poetas Vasco Mouzinho de Quevedo, Jerónimo Corte-Real e Francisco de Sá de Meneses.
A estátua de Camões foi desde logo e tem sido motivo de crítica pela "pose" demasiado militar e muito pouco romântica do poeta. A escultura invoca o poeta vestido a rigor, de espada em punho, livro no peito e coroa de louros na cabeça, numa atitude altiva.
Os representados na base do monumento sucedem-se ao longo da dinastia de Avis: são os espectadores vivos da grandeza (Fernão Lopes, Azurara, João de Barros, Castanheda, Pedro Nunes) e da decadência da pátria (Quevedo, Corte-Ral e Sá de Menezes).
Localização: O monumento encontra-se na Praça de Luís de Camões, em Lisboa (coloquialmente dita Largo de Camões).
Basílica de Santa Sofia

A primeira grande igreja no local foi construída pelo Imperador Constâncio, filho de Constantino o Grande, mas foi destruída durante a Revolta de Nika de 532. O edifício foi reconstruído em sua forma atual entre 532 e 537 sob a supervisão pessoal do imperador Justiniano I. É considerada o exemplo principal da arquitectura bizantina. De grande importância artística, seu interior foi decorado com mosaicos e colunas e esculturas de mármore. A riqueza e o nível artístico da basílica teria levado Justiniano a dizer Νενίκηκά σε Σολομών ("Salomão, eu te superei!").
Interior da Hagia Sofia, Istambul, Turquia.Seus arquitetos foram Isidoro de Mileto e Antemio de Tralles, professores de geometria da Universidade de Constantinopla. Hagia Sophia é coberta por uma abóbada central com 31 m de diâmetro e 55,6 m de altura.
Cristo em mosaicos.Durante 900 anos, a basílica foi a sede do Patriarca ortodoxo de Constantinopla e o principal cenário para cerimônias imperiais. Hagia Sophia foi convertida em uma mesquita após a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos comandados pelo Sultão Mehmed II, em 1453. Seus ricos mosaicos figurativos foram cobertos com emplastro. Por quase 500 anos, foi a principal mesquita de Istambul e serviu como modelo para muitas das grandes mesquitas otomanas da cidade, tais como a Mesquita Shehzade, a Mesquita Solimão e a Mesquita Rustem Pasha.
Em 1935, Kemal Atatürk ordenou a sua secularização e a basílica converteu-se em museu. Não obstante, os mosaicos coloridos remanesceram emplastrados na maior parte, e o edifício deteriorou-se. Uma missão da UNESCO em 1993 notou queda do emplastro, revestimentos de mármore sujos, janelas quebradas, pinturas decorativas danificadas pela umidade e falta de manutenção na ligação da telhadura. Desde então a limpeza, a telhadura e a restauração têm sido empreendidas. Os excepcionais mosaicos do assoalho e da parede que estavam cimentados desde 1453 agora são escavados gradualmente.
Coliseu de Roma

O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476. O edifício deixou de ser usado para entretenimento no começo da era medieval, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.
Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitectura. Actualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma e em 7 de julho de 2007 foi eleita umas das "Sete maravilhas do mundo moderno". Além disso, o Coliseu ainda tem ligações à igreja, com o Papa a liderar a procissão da Via Sacra até ao Coliseu todas as Sextas-feiras Santas.
Cristo Redentor

segunda-feira, 8 de junho de 2009
Poker

Durante mais de 1000 anos, o jogo de Poker desenvolveu-se através de um amplo espectro de civilizações. Alguns atribuem a origem do jogo à Dinastia Sung China, do século 10, enquanto outros apontam o seu começo com o jogo Persa chamado "As Nas", do século 16. Ao longo de sua história, o jogo recebeu novas variações, embora os conceitos básicos da estratégia psicológica e o ranking de cartas sempre estiveram presentes ao longo do curso da sua evolução.
A versão do jogo mais parecida com a versão contemporânea é Poque, que data do século 17, na França. O jogo atravessou o Atlântico com um grupo de colonizadores Franceses que eventualmente fundaram a cidade de New Orleans. A partir dai, se difundiu ao longo da rota do Rio Mississippi durante o século 18 e floresceu nos Estados Unidos durante o século 19, quando o pais começou sua expansão até o Oeste. Por este motivo, a história de Poker é normalmente associada com o "Wild West" Americano.
Desde então, existem três versões predominantes do jogo: Stud de 5 Cartas e Stud de 7 Cartas ,Texas Hold'em, Omaha e Omaha Hi-Low. O Texas Hold'em começou a ganhar popularidade durante os anos setenta, quando apareceu como o jogo principal da Série Mundial de Poker. Hoje em dia, esse jogo é, sem dúvida, o mais popular dos três jogos e é jogado com frequência nas maiores salas de Poker, além dos Casinos terrestres de todo o mundo.
Pelota basca

Ó Mamã dá licença?

Jogam seis ou mais crianças, num espaço que tenha uma parede. As crianças dispõem-se sobre um risco, umas ao lado das outras. Uma, a mãe, fica colocada de frente para as outras crianças, a uma distância de dez ou mais metros. A mãe fica de costas para a parede.
Uma criança de cada vez vai perguntando à mãe:
-“A mamã dá licença?”
- “Dou”.
- “Quantos passos me dá?”
- “Cinco à bebé.”
- ”Mas dá mesmo?”
- ”Sim.”
Então a criança avança, dando cinco passos muito pequeninos, pois neste exemplo, dá passos “à bebé”.
Em seguida, pergunta outra criança e assim sucessivamente. Ganha o primeiro a chegar ao pé da mãe, tomando o seu lugar e recomeçando o jogo. De referir que, após a ordem dada pela mãe, a outra criança deve confirmá-la antes de a executar (“Mas dá mesmo?”), sob pena de regressar ao ponto de início.
As respostas da mãe (ordens), podem ser muito variadas: passos à gigante (grandes), à caranguejo (para trás), à cavalinho (saltitantes), à tesoura (abertura lateral dos membros inferiores), etc.
Hóquei Subaquático.

Hóquei Subaquático. O desporto foi inventado em 1954 por Alan Blake no recém-formado Southsea Sub-Aqua Club que inicialmente jogava no clube com outros mergulhadores incluindo John Ventham, Jack Willis, e Frank Lilleker em Eastney Piscina, Portsmouth, Inglaterra. Originalmente chamados de "Octopush" (e ainda conhecido principalmente por esse nome no Reino Unido hoje), pois era realizado com equipas de oito jogadores (daí "octo"), com um pequeno taco existente na época shuffleboard stick, chamado de "pusher" (Daí o "push"), um dispositivo apontador (semelhante a um disco) não revestido que era conduzido, chamado de "lula", mais tarde veio a ser conhecido como "choco", mas rápidamente se chegou ao "puck" (nome actual).As primeiras regras foram testadas em dois jogos em 1954, e em novembro 1954 foi publicado um anúncio no conhecido jornal Neptuno. O objectivo do jogo era para manter os membros da Southsea Sub-Aqua Club no novo clube durante os meses de Inverno em que as águas gélidas da costa Britânica impediam idas ao mar para mergulhar. Os primeiros jogos entre clubes de "octopush" foram com equipas de Southsea, Bournemouth, Brighton, no início 1955.O primeiro jogo chegou ao Canadá (e provavelmente para a América do Norte) em 1962 através Norm Liebeck, por um decidido instrutor de mergulho australiano e proprietário de uma loja de mergulho, que introduziu o desporto ao Vanquatics, um clube de mergulho em Vancouver anteriormente denominado o Wobbygongs. Dez anos mais tarde, a Underwater Hockey Association of British Columbia (UHABC) foi formada e recebeu apoio do governo BC.As modificações substanciais dos equipamentos, constituição das equipas, dimensões do campo e outros factores têm contribuído para que o jogo se tenha tornado o desporto internacional jogado em mais de 20 paises incluindo, Australia, Nova Zelândia, França, Holanda, África do Sul, EUA, Inglaterra, Suécia, Hungria, Japão, Espanha e Portugal.
sábado, 6 de junho de 2009
Paintball

Com a evolução tecnológica , que se verificou no Paintball , acompanhado por uma sofisticação cada vez maior do seu equipamento, cedo se chegou à conclusão , que era possível , existir uma competição a nível profissional , existindo hoje campeonatos nacionais , europeus e mundiais.
Raquetebol

O Raquetebol foi criado em 1968 por Bob Kendler, um professor de ténis e squash. Chegou ao Brasil em1985 com a primeira quadra no clube A Hebraica, em São Paulo.
O raquetebol é praticado em uma quadra fechada de 13,2m X 6,6 metros de altura. Os jogadores ficam de frente para a parede, alternando saques com uma raquete encordoada amarrada ao pulso para não escapar da mão. Usam também óculos de acrílico para se proteger de boladas. Podem-se utilizar as paredes laterais e o teto como pontos de impacto da bola de borracha. Seu objectivo é evitar que ela repique duas vezes no chão. Vence quem fechar primeiro dois sets de 15 pontos. As partidas podem ser individuais, em duplas ou trios.
Sandboard

| História do Sandboard |
O Sandboard foi influenciado no formulário grande surfing, em um momento apareceu tabelas do sandboard de todo o tipo. Durante duas décadas foram usados como elementos deslizar nas partes de cartão, tetos da areia dos carros, tabelas velhas do surf e o asì aquático dos esquis era esse comenzo história do sandboard.
A história do Sandboard nos 70
No meio dos 70 sandboard tinha sido apresentado/indicado em diversos publicações e programas do esporte da televisão, em todos os agradecimentos aos esforços dos pioneiros do comtemporâneo do sandboard, em Jack Smith (reconhecido ao skateboarder) e em Gary Fluitt, possessor de um estilo incomparable.
Mas história do sandboard volume o impulso necessário não ser reconhecido world-wide, mas esse volume snowboarding o slug e convirtio na raiva, relegating aos sandboards ao tronco por 12 anos mas. Os centros do esqui operaram-se já com facilidades completas, prontas para receber às massas que exijiram este esporte novo.
A paixão animating contínuo das dunas a qual preferiram a areia que a neve. Um daqueles povos era Lon Beale, neste momento publisher do compartimento de Sandboard (publicação importante no nível de sandboarding). Durante a mola do 1973 um amigo de Lon que fosse mudado recentemente ao deserto do Mojave (Californian) mostrou-lhe sandboarding para a primeira vez.
Bandy

Mais uma vez o gelo e mais uma vez os sticks, mas prometemos trazer algo completamente diferente na próxima semana! Por agora fiquem com o bandy.
Como já devem ter adivinhado, é um desporto de inverno, com origens partilhadas com o hóquei no gelo e que consiste em… bater com o stick numa bola e marcar golo na baliza adversária! Bastante simples. No fundo, o bandy pode definir-se muito rapidamente: hóquei de campo, mas sobre o gelo, daí os patins, e com regras muito semelhantes ao futebol.
O bandy é jogado em Inglaterra desde meados de 1800, porém existem pinturas egípcias que levam a crer que um jogo semelhante era já praticado há 4000 anos atrás (sem patins presumo, portanto… hóquei de campo. Certo?). A primeira associação foi criada em 1891 - National Bandy Association - em Inglaterra, ano do primeiro jogo internacional entre o inglês Bury Fen Bandy Club e o Haarlen da Holanda. Poucos anos depois o jogo é introduzido na Suécia, por um jogador do Bury Fen, e um dos seus grandes impulsionadores, James Tebbuttbv. Aqui chegado, foi rapidamente “absorvido” pelos países europeus, principalmente do leste, que têm um clima propício a este desporto. A Suiça, Alemanha, Holanda, Rússia e Noruega tornaram-se fãs convictos do jogo. Curiosamente, hoje o bandy é pouco ou nada conhecido em Inglaterra, mas continua a ser praticado nos restantes países mencionados. O clima deve explicar isto. Para terminar a história, em 1955 foi criada a Federação Internacional de Bandy e desde 1957 que se realizam Campeonatos Mundiais da modalidade de dois em dois anos. Já agora, fiquem também a saber que nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, em 2010, o bandy será colocado à prova. Se tiver sucesso será integrado nas provas.
Caso ainda não tenham visto nenhum jogo de bandy, saibam que se joga num campo de gelo do tamanho de um campo de futebol, com duas equipas de 11 jogadores em campo (guarda-redes incluído), em duas partes de 45 minutos e um intervalo de 10 minutos. Familiar, não?
O bandy é jogado com uma bola pequena, dura e laranja. Todos os jogadores usam patins, capacetes (que devem ter um outro nome, com certeza) e sticks (excepto o guarda-redes, que tem, por isso, um equipamento reforçado). O stick é em tudo semelhante ao de hóquei, não pode ter mais de 120cm e deve ir até ao nível da cintura. No bandy só se agarra no stick, normalmente, com uma mão, excepto para rematar ou passar.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Farrapeira

Bailarico

Bailinho da Madeira
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Nas diferentes regiões de Portugal há diferentes tradições, e a Madeira não é excepção. O Bailinho da Madeira, ou simplesmente bailinho, é a dança típica mais conhecida da ilha. É acompanhada do brinquinho - o instrumento regional tradicional, feito com castanholas, fitilhos e bonecos de paus, vestidos com o traje regional, que quando chocalhados contra a cana que os sustêm, emite som .
Kitesurf

Bodyboard

Então nesse dia Tom Morey aproveitando um das partes da sua prancha de surf (que se encontrava partida), transformou-a numa prancha de BODYBOARD.
Windsurf

O windsurf é um desporto individual com, aproximadamente, 30 anos de existência e que depende totalmente da mãe Natureza. Para a sua prática é necessário que haja vento e ondas. Se a estes dois factores se juntarem a alta velocidade e a acção, poder-se-ão realizar competições bastante empolgantes e de alto gabarito. Sendo um desporto não poluente, é verdadeiramente fiel à Natureza, apenas aproveitando-se desta para obter maior adrenalina.
Pensa-se que a prancha à vela surgiu na Califórnia pela primeira vez, quando Hoyle Schweitzer e Jim Drake, dois surfistas fartos de “remar” para apanhar ondas, pensaram em utilizar a força do vento. Em 1970, conjugaram de forma perfeita uma prancha de surf longbord com uma vela do tipo latina. A partir desta altura, o windsurf teve uma enorme adesão, sobretudo na Europa. Onde soprasse vento, fosse em praias, lagoas ou albufeiras, aparecia esta nova diversão. Assim começaram a nascer campeonatos, entre eles as modalidades de ondas, slalom, regata, etc.
A prancha de windsurf é idêntica a uma embarcação à vela, obedecendo ao mesmo tipo de regras e modos de navegação. A inovação encontra-se mesmo no mastro, sendo articulado e a retranca bifurcada. Só com estes elementos é possível usar o leme para orientar a embarcação. Orçar, arribar, cambar, fazer um largo ou uma bolina cerrada e andar de popa, entre muitas outras, são alguma das manobras usadas nas pranchas.
Materiais usados
Inicialmente, as pranchas eram feitas de fibra, madeira ou popitileno, os mastros de alumínio, fibra de vidro ou de carbono e as velas de nylon. Contudo, nos anos 80, os materias sofreram uma alteração, permitindo a comercialização de pranchas baratas e facilitando o acesso à actividade. Desta forma, as pranchas ficaram mais pequenas, leves e resistentes, com velas de diferentes tecidos e compostos, possibilitando a evolução das manobras e modos de navegação. Mais trade, apareceram as pranchas de iniciação à prancha à vela, de funboard, de course racing, de slalon, de ondas, etc. A escolha do material depende da constituição física de cada praticante. A prancha deve ser adequada ao tamanho e peso; a vela deve ter um tamanho intermédio (5,5 metros quadrados) e a retranca deverá ser escolhida de acordo com a vela. A potência da vela torna as ondas autênticas rampas que lançam os praticantes a alturas que podem exceder os 10 metros, o que lhes permite realizar manobras incrivelmente radicais.
Assim sendo, os objectos que compõem as pranchas de windsuf são: pranchas, velas, retrancas, mastros, pés de mastro, partilhões, barbatanas e cabos.
Parkour

Parkour ou Le Parkour, deriva do nome percurso, visto a sua finalidade ser traçar percursos alternativos, ou seja, deslocar-se entre dois pontos pelo trajecto mais curto e não pelo mais accessível e previamente estabelecido pelo conceito de movimento imposto pela sociedade.
Passando a explicar: entre dois pontos situados em uma região urbana existem variadas barreiras arquitetónicas. Tomemos, por exemplo, uma escadaria que nos conceitos comuns é o método "correcto" para alcançar uma superfície mais elevada. Mas não seria mais rápido subir directamente a parede, apesar de não ser o método "adequado"? É neste termo que se baseia o parkour, no método mais rápido, e sim por vezes mais difícil, de alcançar o nosso destino. Apesar das dificuldades inerentes a este método de movimentação, é inquestionável que com o treino adequado e uma preparação física a condizer, o parkour é um método de deslocação mais eficiente que o método imposto pelas barreiras arquitetónicas.
Isto leva-nos a vertente desportiva do parkour, o parkour não pode de modo nenhum ser encarado com leveza, ou pressuposto como método convencional de deslocação, isto por várias razões. Com a transposição do obstáculo em vista, o traceur (praticante de parkour), tem a necessidade de utilizar várias técnicas que exigem preparação prévia e rigoroso esforço físico. Sendo de conhecimento geral que o esforço físico intenso não pode ser efectuado sem preparação para o mesmo, o traceur precisa preparar o seu corpo para este tipo de esforço. Esta preparação vem na forma de um aquecimento correcto, que evita possíveis — e por vezes graves — lesões musculares.
O parkour também não pode ser encarado como se fosse ausente de riscos, pois estes existem, e são bem reais e penosos para quem não está preparado, e muitas vezes também para quem está. A transposição de obstáculos envolve regularmente alturas, e sem qualquer dúvida que cair, sem qualquer dano físico, é um desporto por si só, pois envolve grande preparação e técnica que, ao serem ignoradas, podem dar origem, em vez de algum tipo de lesão, a uma situação mais grave de paralisia ou insuficiência motora. No fundo o parkour é encarado tanto como arte, desporto, ou filosofia de vida, sendo não só uma forma de movimentação, mas também uma maneira de encarar os desafios do quotidiano, visto que o parkour nos ensina a pensar rápido , e a vencer obstáculos.
História da Capoeira

O Brasil a partir do século XVI foi palco de uma das maiores violências contra um povo. Mais de dois milhões de negros foram trazidos da África, pelos colonizadores portugueses, para se tornarem escravos nas lavouras da cana-de-açúcar. Tribos inteiras foram subjugadas e obrigadas a cruzar o oceano como animais em grandes galeotas chamadas de navios negreiros. Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro foram os portos finais da maior parte desse tráfico.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Tanuki
Tanuki é chamado como texugo japonês é bricanhão, juntamente com a raposa, o animal mais presente nas lendas do imaginário japonês e é, normalmente, retratado com barriga e testículos protuberantes e segurando uma garrafa de saquê em uma das mãos. Nas obras mais antigas, a identificação do tanuki ainda é incerta, podendo referir-se a animais como a doninha marta e esquilo voador.O tanuki também aparece em muitas expressões da língua japonesa, como tanuki oyaji (“velho astuto”), tanuki neiri (“sono fingido”), por conta do costume desses animais de fingir-se de morto ou adormecido quando surpreendido.
Kitsume

Embora a imagem difundida da raposa seja a de um animal malévolo, no templo de Fushimi Inari, em Quioto, a raposa é reverenciada como a divindade guardiã e emissária do deus do arroz do xintoísmo, Inari. Portanto, nos arredores do templo há várias estátuas em reverência ao animal.
O corridinho
